Não ao ATO MÉDICO!

Novembro 6, 2009

Um projeto apresentado pelo Senador Geraldo Althoff (PFL/SC), fundamentado única e exclusivamente em Resolução do Conselho Federal de Medicina, que define Ato Médico e estabelece que as atividades de prevenção que envolvam procedimentos diagnósticos de enfermidades ou impliquem indicação terapêutica são atos privativos do Profissional Médico, foi incluído na pauta da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do, Senado Federal, em 13 de Novembro de 2002. Na prática, o PL restringe o campo de atuação de alguns profissionais da área de Saúde, fato pelo qual não foi bem recebido pelos demais Conselhos de Fiscalização do Exercício profissional da referida área.

Parece que a classe médica não aceita a idéia de que a Saúde não é mais aquela de décadas atrás, não entendendo, ou fingindo não entender, que as outras categorias da área têm seus próprios Conselhos, gozam de autonomia legal e não aceitam relacionar-se com outra categoria em nível de subordinação.
O Projeto em trâmite no Congresso, apresentado por um Senador-Médico, que atribui nova classificação para o Ato Médico, agrupando sob este conceito práticas usualmente adotadas por outros profissionais com atuação na área, é no mínimo prepotente e reacionário. Parece ser, antes de tudo, uma orquestração destinada a impedir os avanços necessários, mantendo intacto o poder hegemônico de uma categoria sobre um setor cuja crise se explica, em grande parte, pela mentalidade retrógrada e corporativista que o domina.

O PL provocou polêmica entre os Membros daquela Comissão, o que ocasionou pedidos para reexame da matéria. O Relator foi substituído, por questões regimentais, em 27 de Novembro de 2002, pelo Senador Antonio Carlos Junior (PFL/BA) que apresentou seu Parecer em 04 de Dezembro de 2002.

Tal Projeto de Lei cerceia o livre direito de exercício profissional, uma vez que pretende restringir ao médico muitas atividades inerentes às várias profissões da área de saúde, já respaldadas em dispositivos legais – conclui a moção, assinada pelas organizações de fonoaudiólogos, Biólogos, Fisioterapeutas, Enfermeiros e Farmacêuticos, entre outras.
” André Nablat – Matéria publicada no jornal do Brasil de 24/11/2002: Polêmica na área da Saúde “

Aprovação e Emendas:
Com a inclusão de três emendas, o Projeto do Senador Althoff foi considerado constitucional pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O Parecer favorável do Senador Antonio Carlos Junior, não discutiu o mérito da matéria. Isso será feito pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), após a realização de Audiências Públicas para aprofundar os debates sobre a proposta.

O Relator entendeu que, ao elevar à condição de norma Legislativa dispositivos que constam da Resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), o Projeto do SenadorAlthoff estaria propondo ao Congresso Nacional abrir mão de sua competência Legislativa. Para corrigir essa inconstitucionalidade, o Relator Antonio Carlos Júnior acolheu três emendas, duas de autoria do Senador José Fogaça (PPS/RS) e do Senador Jefferson Peres (PDT/AM). Pelo texto aprovado na CCJ, o Conselho Federal de Medicina poderá, respeitando a Lei pertinente, ” definir, por meio de Resolução, os procedimentos médicos experimentais, os aceitos e os vedados, para utilização pelos Profissionais Médicos “.

Os diagnósticos e as indicações terapêuticas estarão a cargo dos Médicos, segundo o Parecer aprovado pela CCJ. Mas as atividades como promoção da saúde, prevenção da ocorrência de enfermidades e profilaxia, reabilitação de enfermos e prevenção da invalidez (consideradas “prevenções primárias e terciárias”), que não impliquem em diagnóscos e indicações terapêuticas, poderão ser compartilhadas com outros profissionais de saúde, dentro dos limites legais. Outra emenda inclui, entre os Atos Médicos, as atividades de “ensino de procedimentos médicos privativos”, além da “coordenação, direção, chefia, perícia, auditoria e supervisão, desde que vinculadas, de forma imediata e direta a procedimentos médicos”. Estão excluídas dessa exigência as funções de direção administrativa de estabelecimentos de saúde e outras atividades de direção, chefia, perícia, auditoria e supervisão médica.

Aprovado o Parecer favorável com três emendas, a matéria segue para a Comissão de Assuntos Sociais, na qual será apreciado o mérito. A Comissão tem poder terminativo da matéria, ou seja, só será apreciada a decisão da Comissão pelo Plenário se houver recurso de 10% dos Senadores.

Polêmica e Indignação
É preciso que a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) observe a ampla variedade de profissionais que, de maneira legal e legítima, exercem atividades de proteção à saúde das pessoas, sendo muitos desses profissionais portadores de diploma que não o de Médico.

Matéria postada em: http://www.cfbiomedicina.org.br/sim.html

Diante de tudo que já ouvi e na minha concepção, só tenho uma coisa a dizer!

“Agora os médico tem 3 coco, é isso?”


“Porque não ZERI?”

Outubro 5, 2009

Diante de tantos problemas ambientais, existem medidas mitigadoras que podem auxiliar as empresas e indústrias (principais potencializadoras de poluentes) para a preservação ambiental, sendo uma delas a metodologia ZERI – Zero Emission Research & Initiatives (Iniciativas para Pesquisa em Emissão Zero), por Gunter Pauli. Esta metodologia tem como fundamento: “todo insumo gerado no processo de produção de um produto é reaproveitado no próprio produto, na geração de um novo produto ou agregando valor ao mesmo produto”, em curtas palavras: se reaproveita TUDO, por isto emissão ZERO.

O interessante de tudo é que poucos a conhecem e os que a utilizam ficam satisfeitos financeiramente e não a divulga. Esta metodologia possui uma eficiência surpreendente e um respaldo financeiro excelente, ganha-se em mídia positiva, selos de certificação, reconhecimento e ROYALTIES.

Uma idéia do De Paula para Itajaí e região…

A idéia é que seja criado pelo Poder Legislativo um mecanismo de apoio e amparo às empresas e indústrias, para que possa facilitar a adequação desta metodologia nelas, ou seja, que elas possam investir nelas mesmo através de uma lei ou um fundo específico.

Alô Você vereador!, você deputado!, fique esperto! uma ótima proposta para o poder legislativo, a criação da “Lei de Incentivo a implementação da Metodologia ZERI”, a empresa ganha, o município ganha, o estado ganha, o país ganha, e o meio ambiente?

ELE AGRADECE!


“ARTE NO BLOG” com Banda OU3TÓRYA.

Setembro 28, 2009

Banda: OU3TORYALOGO

Música:manhã de verão

Integrantes: Daniel Ventura, Grown,Telmo Bonna.

Blog: www.ou3torya.wordpress.com


“ARTE NO BLOG” – Triste acalento

Setembro 25, 2009

Autora: Amanda Bonatti

Triste acalento

Revelo-te em confidencia

Para assim aquietar este coração maldito

Feliz por sair da dor a qual estava imerso

Que teus olhos eu estou a amar

Vou me embriagar de lucidez

Vou imaginar o não fictício

Se eu puder pousar minhas mãos

Em tuas mechas de seda e sol

Mas amar-te seria como

Salvar-se das ondas do mar

E mal esperar que o corpo seque

E voltar nele se banhar

Pois sou eu este demente

Apaixonado, doente

E mesmo se houvesse sensatez

Hipnotizado por teus olhos

Fremente e em desespero

Por detrás do seu sorriso

Desejaria me esconder


“ARTE NO BLOG” – Desesperança

Setembro 24, 2009

Autora: Amanda Bonatti

Desesperança

Um corpo sem alma

Como um coração sem direção

Pedindo você

Aqueles olhos que tanto te amaram

Um amor com tanto sofrer

E já parece adivinhar sua desgraça

Sem esperanças

Paixão absurda que surpreende

Vai tão longe para tê-la

Paixão cega, me emudece

E a si ensurdece

Esquece de quem é

Pelo seu amor

E anda triste

E chora sozinho

Baixinho

Morrendo um pouco

A cada dia!


“ARTE NO BLOG” – Gélidas montanhas abruptas

Setembro 22, 2009

Autora: Amanda Bonatti

“Gélidas montanhas abruptas”

Eu venho de um horizonte onde é bonito olhar as ondas brincando nas pedras

E sentir que o tempo pára quando se quer contemplar a vida e o mistério

Então eu posso voltar os meus passos

E mudar meu caminho

Pra não ter estado lá

Olhos choram, e eu só posso chorar

Se eu pudesse mudar o caminho

Desviaria teus pés do escuro

Estaria ao seu lado

Seguraria em tuas mãos, pra quebrar o desespero

Porque eu não quero que sofras

E posso ajudar sem mover-me

Posso dizer que quero algo melhor

E o seu destino… eu sei de cor


“ARTE NO BLOG” – Poesias de Amanda Bonatti

Setembro 21, 2009

Autora: Amanda Bonatti

Cidade: Itajaí

“Nesta estação”

Sempre à tardinha, no verão quando o sol já vai despedindo-se, olho para o alto e vejo aquele mesmo céu laranja de todos os anos a dar vez à chegada da noite.

O céu passou pelo azul e agora vem tomando sombra misteriosa, manto negro a enfeitar-se de estrelas…

E lá estará ela! A lua… Majestosa clareando e dando graça a imensidão

E passará horas

E passará a última estrela

E muitos sequer admiraram este espetáculo

E passará a última cena

E passará uma vida

E muitos sequer notarão… Que sempre à tardinha, no verão, o sol despede-se com o céu laranja a dar boas vindas à noite…


“ARTE NO BLOG”

Setembro 18, 2009

NOVOARTE cópia


“Padilha defende candidatura própria do PMDB” – Presidência da República

Setembro 16, 2009

Após reuniões e encontros com a militância peemedebista em todo o Brasil, o presidente da Fundação Ulysses Guimarães Nacional, deputado Eliseu Padilha, levou à cúpula partidária o resultado: a necessidade de ser realizado com urgência, o Congresso Nacional do Partido, com vistas a decidir o futuro político do PMDB e a avaliar a possibilidade dele ter sua própria candidatura à Presidência da República.

Para Padilha, é frustrante ver o maior partido, aquele que tem a maior militância, maior número de vereadores, prefeitos, deputados estaduais, deputados federais, senadores, governadores, não ter o seu próprio candidato a Presidência da República. “É absolutamente normal o maior partido ter o candidato e os menores o apoiarem”, afirmou.

Além disso, o presidente acredita que a candidatura própria do PMDB representaria o “Instinto de Preservação Partidária”, para continuar na condição de maior partido do Brasil.

“O PMDB deve estabelecer, um novo rumo, em conformidade com o momento histórico em que a política está sendo vivenciada”, ressalta Padilha. E, pensa que a única forma de virar esta página é apresentar uma proposta capaz de estimular o debate junto à sociedade brasileira, com temas que digam respeito ao século XXI, com transparência absoluta e interação com a base e com a sociedade.

Eleições 2010 – Além de apoiar indiscutivelmente a tese da candidatura própria do PMDB, Padilha afirmou que a possível candidatura à Presidência da República em nada prejudicará o compromisso que o partido tem de apoiar, no Congresso Nacional, o Presidente Lula, até o último dia de seu governo. No entanto, que fique claro que tal apoio não inclui nenhum compromisso de apoiar sua candidata, ou a candidatura de seu partido, à Presidência da República. “O PMDB ciente de sua magnitude, com a responsabilidade de ser o maior partido do Brasil, não pode se acomodar à desmoralizadora condição de periférico apoiador de governos”, concluiu.

Segue abaixo a íntegra da entrevista com o presidente da Fundação Ulysses Guimarães, deputado Eliseu Padilha:

1) Milhares são os peemedebistas que estão cobrando da Fundação Ulysses a realização do Congresso Nacional do Partido e a proposta do PMDB para o Brasil. O que o senhor tem a dizer?

Eliseu Padilha: Inicialmente eu peço desculpas pelo fato de que ainda não conseguimos marcar a data para a realização do Congresso Nacional e também para a apreciação da nossa proposta do PMDB para governar o Brasil. Quero também esclarecer que tenho tratado com muita freqüência desse assunto junto à direção do partido, com a presidente deputada Iris de Araújo e com o presidente licenciado, deputado Michel Temer. E tenho encontrado em ambos, receptividade e apoio para as teses. O que nós não temos conseguido, por enquanto, é sensibilizar os companheiros em todos os estados para realizar os nossos congressos estaduais. Nós temos ainda seis estados que não nos mandaram as conclusões de seus congressos. Estamos tratando com estes estados para que num prazo breve, que nós vamos fixar nos próximos dias, eles nos remetam suas conc lusões. Porque, caso contrário, eles não participarão na elaboração do programa e não terão dado aos seus companheiros o prazer e a alegria de participar na elaboração da proposta do PMDB para o Brasil. São os companheiros dos estados do Amapá, Amazonas, Ceará, Pará, Roraima e Tocantins. Esses seis estados ainda não realizaram seus congressos estaduais. E eu quero pedir que num prazo máximo de 15 dias resolvam essa questão, ou que pelo menos aprazem as datas, porque nós não poderemos chegar ao final do mês de setembro sem marcarmos o nosso congresso nacional. Neste congresso vamos ouvir a base do partido sobre o PMDB, sobre o momento que nós estamos vivendo, mas, principalmente, queremos concluir e aprovar nossa proposta de governo para o Brasil. Portanto, pedindo escusas aos companheiros, mas ao mesmo tempo fazendo uma cobran&cced il;a a estes seis estados, para que realizem seus congressos imediatamente, nos avisando nos próximos 15 dias. Caso contrário nós vamos marcar o congresso nacional e vamos fechar os estudos sobre o plano de governo sem as suas participações.

2) E o que os demais dirigentes do partido tem dito sobre o congresso e o plano de governo?

EP: Todos os companheiros do partido com os quais falamos, especialmente os dirigentes nacionais e estaduais, manifestam um entusiasmo muito grande para que o PMDB aproveite este momento para virar a página dos jornais, das rádios e das televisões, quase sempre colocando o PMDB numa posição incomoda. O PMDB é o maior partido do Brasil. Tem a maior militância, tem o maior número de prefeitos, de vereadores, de deputados estaduais, de deputados federais, de senadores, de governadores. É o maior partido sob todos os aspectos. E ele tem que aproveitar este momento em que no Brasil, de um modo geral, os partidos estão semi-desorientados. O PMDB pode e deve estabelecer o seu novo rumo, o seu futuro, em conformidade com o momento histórico em que vivemos e sair dessa crise que assola todo o processo político nacional, motivada por vários fatores que aqui não cabe discutirmos. O PMDB p ode virar esta página e apresentar uma proposta capaz de estimular o debate junto à sociedade brasileira, com temas que digam respeito ao século XXI, uma proposta que dialogue com uma nova forma de fazer política: com transparência absoluta, com sinceridade absoluta e com interação. Interação não só com a militância do partido, mas com toda a sociedade. Hoje com a comunicação instantânea, com a globalização da informação, com tudo sendo vivido em tempo real, a política também tem que mudar para ser feita e vivida em tempo real. Porém a essência da política é a que vem desde Aristóteles: a ciência de promover a felicidade daqueles que vivem em sociedade. E, é nessa direção que os debates políticos têm que andar. É com este corolário que nós temos que trazer o PMDB de volta ao grande debate nacional. Isso será possível trazendo os militantes para opinar. Por isso, volto a frisar que todos os nossos dirigentes com os quais tenho falado: o presidente Michel Temer, a presidente Iris, o líder Henrique, o líder Renan, todos tem interesse em retomarmos uma pauta que seja positiva, baseada na interação com a sociedade e de reconhecimento para com o nosso partido.

3) Caso a realização do Congresso Nacional do Partido resulte numa grande mobilização, exigindo uma candidatura própria do PMDB à Presidência da República, o que farão os dirigentes nacionais?

EP: A essência do partido e sua razão de existir é a sua base. O PMDB tem a maior base partidária do Brasil. É o maior partido em número de militantes, ele é o maior em tudo. Se a base do partido colocar de forma estatutária, na forma prevista no regramento partidário, as suas ambições, os seus sonhos, até as suas utopias, os dirigentes terão que seguir aquilo que a base venha a determinar. O dirigente só é líder porque ele representa os liderados. Ele não pode liderar na contraposição do que é indicado pela base. Não estou falando como alguém que fala pelo diretório nacional, quem fala é a presidente Iris ou o presidente Michel. Eu sou presidente da Fundação Ulysses Guimarães. A Fundação do partido quer sim ter candidatura própria a Presidência da Repúbl ica, a Governador em todos os estados e a Prefeitos em todos os municípios. Esse é o papel da Fundação. Estimular o partido a participar de forma qualificada, com ideologia, para conquistar o poder e, a partir dele, promover os avanços que possam dar corpo às nossas propostas. Se a base do partido sinalizar de forma inequívoca que ele deve assumir a sua condição de maior partido, de titular da maior representatividade, os líderes não terão nenhuma dificuldade em acompanhar aquilo que a base venha a pedir. Porque é na base do partido que se fazem as eleições, é lá que são gerados os líderes. Estes líderes têm que ter o mínimo de coerência com aqueles que lhes fizeram líderes. Portanto eu não tenho dúvida nenhuma de que os líderes do PMDB, que por tradição mantém sintonia com sua base, seguirão sim a direção que lhes venha a ser indicada pela base do partido.

4) A base exigindo uma candidatura própria a Presidência da República o PMDB tem nomes a indicar?

EP: Eu penso que no PMDB nós temos até excesso de nomes. Nome de candidato não é problema no PMDB. Se nós temos o maior partido, se nós temos os quadros mais tradicionais da política brasileira, se nós temos o maior número de governadores e o maior número de senadores, eu não precisaria especificar nome nenhum para garantir que nós temos uma gama muito grande de nomes. Porém diante da pergunta objetiva penso que não posso deixar de dar uma resposta objetiva. Sim, o PMDB tem nomes. Nós poderíamos começar com o senador Pedro Simon, por exemplo. É um nome que todos os brasileiros conhecem e respeitam. Fundador do partido. Vereador, deputado estadual, governador do estado, senador e ministro de Estado; Nós poderíamos falar em Roberto Requião. Grande governador do Paraná por diversas vezes, homem público consagrado; Poderíamos falar em Luiz Henrique da Silveira, governador de Santa Catarina. Um nome da mais alta respeitabilidade. Foi ministro de Estado, governador duas vezes, prefeito. Um homem que traduz muito bem o que é o PMDB. Aliás, foi seu presidente, inclusive; Nós poderíamos falar do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. Um homem que tem uma história voltada para as lutas populares. Faz uma administração excepcional no Rio de Janeiro, reconhecido e é indiscutivelmente um nome que está a disposição do partido; Nós poderíamos passar, por exemplo, para os nossos ministros: Nelson Jobim, um quadro tradicional no partido, fez um trabalho excepcional na Constituinte como deputado federal, ex-ministro da Justiça, ex-ministro e presidente do Supremo Tribunal Federal, hoje ministro da Defesa. Um quadro da mais alta qualificação. Honraria qualquer partido sendo ele candidato à presidente da República; O ministro Hélio Costa, homem da mais alta qualificação pessoal, faz excepcional trabalho à frente do ministério. Político renomado, hoje, no estado de Minas Gerais, que representa no Senado Federal e onde lidera todas as pesquisas para governador. É um quadro que pode perfeitamente ser levado à Presidência da República; O ministro Geddel Vieira Lima, nosso baiano ministro da Integração. Um quadro que tem uma perspicácia política singularíssima entre os políticos brasileiros. Seguramente um dos políticos mais aguçados do processo político nacional, deputado federal e ministro com grandes realizações e de alta qualificação. Acaba de lançar a sua candidatura a governador do estado da Bahia, mas não tenho dúvida que poderia muito bem ser o nosso candidato à Presidência da República; E deixei por último, para fechar com chave de ouro, o nosso presidente do PMDB, hoje presidente da Câmara dos Deputados, presidente licenciado do partido, deputado Michel Temer. Representando o estado de São Paulo, onde já ocupou várias secretarias. Homem que tem uma trajetória respeitabilíssima sob todos os aspectos. Homem que tem trânsito em todos os gabinetes nos três Poderes da República, com o respeito que só aqueles que convivem com ele sabem que lhe é devotado. Político experimentado, sensibilidade política, conhece o partido, conhece o Brasil, conhece a máquina pública, enfim, alguém altamente preparado. Paro por aqui. Poderíamos acrescentar mais nomes, mas já vimos que o problema do PMDB não é de ter nome. Portanto, eu não tenho dúvida nenhuma que, se a base do partido chegar à conclusão de que nós devemos ter um candidato a Presidente da República, evidentemente que nós temos nomes que poderão assumir tal candidatura com reais chances de vitória.

5) E, qual a sua opinião como presidente da Fundação Ulysses Guimarães?

EP: Sou fundador do MDB, portanto eu tenho 43 anos de MDB/PMDB e, com muito orgulho, muita satisfação, muita honra, presido a Fundação do meu partido. É frustrante ver o maior partido, que tem a maior militância, maior número de vereadores, prefeitos, deputados estaduais, deputados federais, senadores, governadores e a plêiade de nomes que eu referi, não ter o seu próprio candidato a Presidência da República. É absolutamente normal o maior partido ter o candidato e os menores o apoiarem. No primeiro turno seria natural o PMDB ter o seu candidato a Presidência da República. O primeiro turno é para os partidos mostrarem a que vieram, quais são suas idéias, quais são suas propostas. Aquele que não passar para o segundo turno é mais do que normal que faça aliança. Não há porque um partido grande – o mai or de todos – fazer aliança no primeiro turno. Devemos sim ir com a nossa própria força, nossa cara, nossos quadros, nossa história, nossa tradição, e a proposta que vamos aprovar no nosso congresso, para a eleição à Presidência da República. No segundo turno, se estivermos no segundo turno, vamos abrir os braços, acolher aqueles que conosco irão melhorar a nossa proposta, e partirmos para a eleição do nosso candidato para fazê-lo presidente. Não estando no segundo turno, vamos ver com quais partidos poderemos construir parcerias, baseados em nosso programa, que estará sob conhecimento da sociedade. Defendendo nosso programa, colocando nossos quadros a disposição da eleição, é óbvio que depois estaremos legitimados para participar do governo ou pelo menos garantir a execução daquilo com o que nos c omprometemos. Perdendo a eleição vamos fazer uma oposição responsável. Fiscalizando e cobrando o cumprimento do que os eleitos prometeram durante a campanha eleitoral. Credenciando-nos para sermos alternativa nas próximas eleições. Portanto, para mim presidente da Fundação Ulysses Guimarães, os companheiros que estão cobrando não precisam se afligir. Eu sei que este é o caminho do partido. Como presidente da Fundação, na parte que me cabe, estou dando a resposta, e vou fazer tudo que estiver ao meu alcance para levar a esta base a alegria da consumação do sonho de todo o peemedebista: de nós termos o nosso projeto, o nosso candidato e o nosso Presidente da República.

6) Então, a candidatura própria está latente na base partidária. Quais suas conclusões sobre o destino do PMDB?

EP: Não sou neófito. Conheço muitos entre os tantos obstáculos que minhas teses encontrarão, pelos mais variados motivos. Mas pela responsabilidade que tenho, devo dizer o que penso: o PMDB precisa ter sua própria candidatura à Presidência da República. Como Presidente da Fundação, ouço o clamor dos peemedebistas de todos os estados do País e esta é uma exigência unânime. Trata-se da exteriorização do “Instinto de Preservação Partidária”. Para nos mantermos como o maior partido do Brasil, teremos que ter o número “15” na propaganda eleitoral em 2010. Caso contrário, perderemos cadeiras nas bancadas estaduais, também na federal e reduziremos nosso número de governadores. O partido que tiver o seu número na propaganda presidencial tenderá a levar vantagem nas elei&cced il;ões para governadores e para deputados. A expectativa do Poder Federal é determinante de candidaturas e de votos. A existência de nossa candidatura à Presidência em nada prejudicará nosso compromisso de apoiar, no Congresso Nacional, o Presidente Lula, até o último dia de seu governo. No entanto, que fique claro que tal apoio não inclui nenhum compromisso de apoiar sua candidata, ou a candidatura de seu partido, à Presidência da República. O PMDB ciente de sua magnitude, com a responsabilidade de ser o maior partido do Brasil, não pode se acomodar à desmoralizadora condição de periférico apoiador de governos. Nas democracias, os partidos e, no sistema solar, os planetas menores gravitam em torno do maior. Nós peemedebistas seremos leais. Vamos honrar por inteiro nossos compromissos, mas ninguém imagine que possa nos comprometer com a destrui&cc edil;ão dos objetivos de nosso partido e dos sonhos dos companheiros da base. É legítimo que seja proposto a um político, ou a um partido político, e é possível que eles aceitem a quase tudo, nunca, porém, a que eles se suicidem politicamente. Sem dúvida, o PMDB precisa de sua própria candidatura à Presidência da República.


“O mais importante que se filiar, é conhecer, e conhecer o partido a que você pretende se filiar é se auto-conhecer”

Setembro 15, 2009

“Parabéns! Você acabou de se filiar a um partido político!

Parabéns! Você é um dos milhares que buscou a força de um partido político para fazer a diferença!”

Gostou dos elogios? Certamente que sim!

Quando se filiamos a um partido político, bons motivos nos levaram a filiação do partido A, B ou C, citamos: interesses individuais (é o que esta ferrando com Brasil), coletivo (coisa rara), amigos (comum), organização do partido, força, ideologia (fato raro), identificação com partido, etc…

Bem, não é a filiação em si que vou me ater e sim no grande erro que o indivíduo comete antes de se filiar; perguntas como: “Você conhece a história do partido a que pretende se filiar? Conhece as maiores lideranças? O trabalho que vêm desempenhando?” Etc…

Tenho visto que os jovens se filiam a um partido político e não procuram se informar da história do mesmo, as raízes dele, suas maiores lideranças, o trabalho que os mesmos vêm desempenhando; na minha concepção um desrespeito ao partido e um total desinteresse. Costumo chamar estes que se filiam desta forma de: “filiado nulo”, pois ao fazer alguma das perguntas acima, temos a resposta, “não sei!”. O mais importante que se filiar, é conhecer, e conhecer o partido a que você pretende se filiar é se auto-conhecer.